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quinta-feira, 17 de maio de 2007
Estupidez humana
Um pesquisador de segurança online fez uma experiência. Criou um anúncio através do Google AdWords com o texto: “Seu computador está livre de vírus? Contamine-se aqui!”. Deixou no ar por seis meses. Resultado? 0,16% dos usuários clicaram. 259.723 exibições, 409 cliques e um custo final de US$0,06 por usuário “contaminado”. Antigamente era preciso uma engenharia social mais elaborada para convencer alguém a clicar em um link maligno. Hoje basta confiar na boa e velha estupidez humana, e na escala. O lado ruim é que isso torna o hacker fuçador uma espécie em extinção. Quer roubar senhas de orkut, msn, etc? Não perca seu tempo com esquemas elaborados. Monte uma página com um formulário online pedindo a senha do sujeito, dizendo que é necessária para… vejamos… dizer quem o bloqueou. Pronto.
terça-feira, 8 de maio de 2007
10 raças de humanos na rede
O instituto de pesquisas americano Pew estudou os hábitos de adultos na era da web 2.0 e dividiu seus usuários em 10 tipos. A raça dos adolescentes, que já nasce chipada, não entrou na pesquisa. Quatro tipos identificados pertencem à elite dos consumidores de tecnologia, dois ficam no meio do caminho e quatro estão se colocam no fim da fila. Mas vamos lá:
1 – Onívoros – Sabem tudo sobre gadgets e serviços da internet, participam muito do ciberespaço e têm seus próprios blogs e sites
2 – Ligados - Usam celulares sofisticados e ficam bastante tempo online. Vivem satisfeitos com esses recursos, ligados em comunidades e hobbies.
3 – Veteranos desanimados – Usam muito a internet e menos celulares. Não estão tão satisfeitos com com TI e tecnologias de comunicação.
4 – Produtivos – São super otimistas sobre o poder da tecnologia para se manter atualizados, realizar seu trabalho e aprender coisas novas.
5 – Centrados em mobilidade – Eles adoram a funcionalidade dos celulares, mas usam menos a internet
6 – Conectados mas aborrecidos – Investiram muito em tecnologia, mas acham a conectividade invasiva e consideram tanta informação um peso
7 – Experimentadores inexperientes – De vez em quando usam os recursos de interatividade, mas poderiam explorá-los mais, se tivessem mais experiência
8 – Light mas satisfeitos – Usam um pouco de tecnologia, mas ela não ocupa um espaço central na vida deles
9 – Indiferentes – Apesar de ter celulares e acesso à internet, usam um e outro intermitentemente, e acham a conectividade uma atrapalhação
10 – Desconectados - Não têm celular ou acesso à web. Tendem a ser mais velhos e estão satisfeitos com a velha mídia
O estudo da Pew, feito para os Estados Unidos, não explora a relação entre o poder de compra das pessoas e uso de tecnologia, e não tem a menor preocupação com um tema forte aqui entre nós, no Brasil, que é a inclusão digital. Mas, aplicado apenas à classe média, até que pode fazer sentido por aqui também.
1 – Onívoros – Sabem tudo sobre gadgets e serviços da internet, participam muito do ciberespaço e têm seus próprios blogs e sites
2 – Ligados - Usam celulares sofisticados e ficam bastante tempo online. Vivem satisfeitos com esses recursos, ligados em comunidades e hobbies.
3 – Veteranos desanimados – Usam muito a internet e menos celulares. Não estão tão satisfeitos com com TI e tecnologias de comunicação.
4 – Produtivos – São super otimistas sobre o poder da tecnologia para se manter atualizados, realizar seu trabalho e aprender coisas novas.
5 – Centrados em mobilidade – Eles adoram a funcionalidade dos celulares, mas usam menos a internet
6 – Conectados mas aborrecidos – Investiram muito em tecnologia, mas acham a conectividade invasiva e consideram tanta informação um peso
7 – Experimentadores inexperientes – De vez em quando usam os recursos de interatividade, mas poderiam explorá-los mais, se tivessem mais experiência
8 – Light mas satisfeitos – Usam um pouco de tecnologia, mas ela não ocupa um espaço central na vida deles
9 – Indiferentes – Apesar de ter celulares e acesso à internet, usam um e outro intermitentemente, e acham a conectividade uma atrapalhação
10 – Desconectados - Não têm celular ou acesso à web. Tendem a ser mais velhos e estão satisfeitos com a velha mídia
O estudo da Pew, feito para os Estados Unidos, não explora a relação entre o poder de compra das pessoas e uso de tecnologia, e não tem a menor preocupação com um tema forte aqui entre nós, no Brasil, que é a inclusão digital. Mas, aplicado apenas à classe média, até que pode fazer sentido por aqui também.
Fonte: Blog do Shion
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